RETORNOS DECRESCENTES E A TEORIA NEOCLÁSSICA DO CRESCIMENTO ECONÔMICO

Alexandre de Almeida Lima

Resumo


O presente trabalho é resultado de uma revisão bibliográfica realizada com o intuito de discutir os modelos neoclássicos de crescimento econômico, e principalmente, a observação de que,  dentre os modelos neoclássicos de crescimento econômico, o modelo de Solow por se manter fiel às hipóteses marginalistas, continua sendo mais consistente que os modelos de crescimento endógeno do tipo Retornos Constantes para o Capital Físico, que ao abandonarem a hipótese dos retornos decrescentes, rompem com a teoria marginalista da distribuição, e por isso, necessitam a utilização de hipóteses arbitrárias, o que os levam a resultados ainda mais implausíveis.O presente trabalho é resultado de uma revisão bibliográfica realizada com o intuito de discutir os modelos neoclássicos de crescimento econômico, e principalmente, a observação de que,  dentre os modelos neoclássicos de crescimento econômico, o modelo de Solow por se manter fiel às hipóteses marginalistas, continua sendo mais consistente que os modelos de crescimento endógeno do tipo Retornos Constantes para o Capital Físico, que ao abandonarem a hipótese dos retornos decrescentes, rompem com a teoria marginalista da distribuição, e por isso, necessitam a utilização de hipóteses arbitrárias, o que os levam a resultados ainda mais implausíveis.

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